4.8.08

the beloved (the bride)










ou como se
desvanece
a linha do
horizonte























Dante Gabriel Rossetti
the beloved
1865–66
82,6 × 76,2 cm
Tate Britain, London

2 comentários:

comboio turbulento disse...

Esta noiva linda de que já não me lembrava quererá também ser amada aos bocadinhos para não gastar depressa o amor? (para provocar:)
Que teria sido feito dela? Amou para toda a vida, adaptou-se ao fim da paixão, fugiu com o filho de ferreiro passados dois anos? Ninguém sabe. Apenas que foi amada (esta cara também não merecia outra coisa:).
O mundo continua lindo neste blog. Parabéns

moriana disse...

Amou e foi amada com paixão. Depois, ambos mataram o amor antes que ele os abandonasse. Habituaram-se às noites brancas, infinitas.

Deixou-se amar, apenas. Por vezes fugia, e então amava loucamente um desconhecido. Voltava, e o mar era calmo.

Não amou, não foi amada. Cumpriu o contrato. Ainda hoje diz que foi muito feliz.

....

obrigada, comboio turbulento:)