15.2.10

para ti tem de existir uma palavra perfeita*




nada é tão apertado e tão justo
como o próprio corpo






Maurice Gilliams, Tristitia Ante

*Gerrit Achterberg, Palavra

8 comentários:

comboio turbulento disse...

e há palavras perfeitas??!!

petroy disse...

a classificação implica a definição de fronteiras ...

[a mestiçagem é exótica e interessante]

Jaime A. disse...

Nada dói tanto como relembrar, recordar;
nada traz tanta tristeza
como não criar,
não querer.
Justa é a vida
se a quiseres,
mesmo que o teu corpo te aperte...

moriana disse...

sim, azul bizâncio, por exemplo

:)

moriana disse...

é certo, petroy :)

(interessante e enriquecedor)

moriana disse...

relembrar é, sobretudo, recriar :)

a vida pode pedir uma tranquilidade momentânea...e não deixa de ser vida...

Vieira Calado disse...

O pensamento é super-correcto!

Bjs

moriana disse...

quase a rebentar pelas costuras ;)

bj.